segunda-feira, 26 de outubro de 2009

OFICINA DE ÀUDIO

As inovações tecnológicas estao cada vez mais presentes na vida das pessoas, na vida dos alunos e dentro da escola. Os profissionais professores ressaltam a necessidade da escola dispor dos recursos mínimos para que as TICs façam parte de suas aulas e dinamizem a forma de ensinar.
Quando gestor da Escola José Pereira Durval (Povoado Umbuzeiro) uma caixa de som amplificada e um microfone foram comprados e isso incentivou o professor Herbate (colega) a criar um projeto chamado "Rádio Escola" e assim trabalhou o projeto "Fazendo Política". A essência da informacão nao é divulgar o que aconteceu enquanto gestor, mas fazer um chamativo para explorar o que se tem de TIC dentro da escola. Estou como professor desde o inicio do ano letivo com turmas de EJA, e para contrariar a opinião daqules que dizem não trabalhar por não ter o recurso na escola fica meu mau exemplo. Desde o início do ano sei que tem na escola um sistema de som, e no entanto só agora no último bimestre, depois de participar da oficina de áudio é que faço um projeto para explorar o recurso com meus alunos.
"Nunca é tarde para começar" não pode fazer parte do nosso currículo escolar, mas muitas vezes é melhor tarde do que nunca.
O projeto Rádio Matemática quer receber suas sugestões e adesões. Segue abaixo.



O desacreditado sofre
porque não lhe é proporcionado crédito,
o incrédulo sofre
porque não acredita
que o pouco que se faz em prol de alguém
gera mudança positiva.
Gervasio Mendes Mozine
17 de outubro de 2009



IRECÊ -BA

Ano 2009


PROJETO DE APRENDIZAGEM
ESCOLA MUNICIPAL MARCIONILIO ROSA
PRODUCAO DO PROJETO - PROFESSOR GERVÁSIO M MOZINE
DISCIPLINA FOCO – MATEMÁTICA
PÚBLICO ALVO – ALUNOS DA EJA
TÍTULO DO PROJETO - RÁDIO MATEMÁTICA
COLABORADORES ESSENCIAIS NA APLICABILIDADE DO PROJETO:
GESTORAS – CLÁUDIA, NORMANDIA
COORDENACÃO - DEISE
PROFESSORES DAS DEMAIS DISCIPLINAS e
AUXILIARES DE DISCIPLINA





OBJETIVO GERAL: favorecer um ambiente que provoque o alunado a falar e compreender matemática sem necessariamente ser no momento da aula de matemática, e assim, com o uso das TICs, buscar tornar a escola mais atrativa na forma de ensinar, objetivando também que o aluno permaneça na escola e conclua o ano letivo com as competências matemáticas necessárias para cursar o ano escolar seguinte

JUSTIFICATIVA : Explorar as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs), intencionalmente para melhorar o desempenho dos alunos em interpretações de problemas matemáticos e criar estratégias para resolver uma soma, uma subtração, uma multiplicação e divisão com desafios dos conteúdos explorados.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS PARA O ALUNO:
· Resolver problemas usando soma, subtração, multiplicação e divisão;
· Relacionar situações com o desafio e suas estratégias de resolução;
· Desenvolver atitudes e hábitos de trabalho em equipe;
· Conhecer métodos e procedimentos para solucionar um desafio matemático;
· Desenvolver estratégias de leitura facilitando a compreensão de problemas matemáticos;
· Explorar o uso da fala por meio do microfone para melhorar a oralidade;
· Explorar verbalmente o que registrou ou o que compreendeu sobre conteúdos explorados;
· Fortalecer os princípios de cooperação em equipe;
· Estimular o colega a participar e colaborar das atividades propostas pela escola;
· Fazer uso dos recursos calculadoras e celulares auxiliando o processo de resolução de problemas matemáticos.

DURACÃO: um bimestre

FOCO: Alunos da EJA

ESTRATÉGIAS:
· Usar a mesa de som da escola como ponto de comunicação entre professor e aluno e os demais alunos das salas;
· Criar um mural chamativo para divulgar os desafios propostos;
· Envolver os professores das outras disciplinas que estão na sala no momento;
· Usar os dez ou quinze últimos minutos da aula antes do intervalo para a apresentação das respostas do desafio do dia anterior através do sistema de som;
· Aproveitar a participação como forma de avaliação;
· Apresentar os trabalhos em forma de equipe por meio de alunos representantes, cada dia um diferente;
· Permitir a exposição do desafio proposto também por meio da escrita e por telefone;
· Convidar professores de outras escolas (que lecionam matemática) para difundir ideias e estratégias de resolução de problemas matemáticos;
· Convidar locutores profissionais para colaborar nas apresentações do programa de rádio;


AMBIENTES PARA APLICACÃO DO PROJETO:
· Escola – salas e pátio na primeira das duas etapas;
· Clube com piscina e árvores, na segunda etapa

DESENVOLVIMENTO:
· Apresentar o projeto para os envolvidos;
· Colocar no mural dois desafios para serem resolvidos na segunda e última etapa. Ex: quantos litros de água cabe nas piscina? (clube a visitar) Qual a altura da árvore? (alguma árvore no clube, encontrar o resultado sem subir na mesma)
· Colocar no mural o desafio para o dia seguinte;
· Colocar no mural, gráfico das pontuações por sala e por aluno;
· Convidar o aluno para expor, pelo sistema de som da escola, como encontrou a resposta do desafio (máximo dois alunos por sala devido ao tempo);
· Das respostas apresentadas, o professor aponta a verdadeira e se possível apresentar outras formas de como seria encontrado a resposta;
· Apresentar os resultados encontrados por meio do sistema de som;
· Colocar no mural as respostas encontradas pelos alunos;
· Apresentar em um dia da semana os desafios relâmpagos, podendo o aluno dar a resposta via celular, ao vivo, para todas as turmas ou por escrito para o locutor fazer a leitura;
· Comunicar via celular, com professor de outra escola para expor, pelo rádio matemática, estratégias de como encontrar o resultado do desafio proposto (o professor é comunicado antecipadamente e já esta sabendo do que se trata);



RECURSOS:
· Microfone;
· Mesa com saída de som para as salas;
· Papel metro;
· Pincel atômico;
· Rádio gravador;
· Celular com viva voz;
· Telefone;
· Cartolina;
· Panfletos de lojas

AVALIACAO:
· Acompanhamento do processo participativo;
· Auto-avaliacao;
· Analise dos registros efetuados com as estratégias usadas;
· Verificação, por meio de formulários, da participação e o domínio, através das respostas escritas, adquirido diante do desafio proposto;
· Prova com os conteúdos explorados no projeto;
· Analise e verificação da compreensão e interpretação do problema matemático;
· Cooperação no trabalho em equipe.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Critica: Cinema, Aspirinas e Urubus

Saíndo de uma guerra e entrando em outra

A vida dos sertanejos residentes nos sertões de Pernambuco e Paraíba é vista através das telas do cinema como algo que entristece, pela carência de alimentos, pela fome, pela falta de instrução e a falta de chuvas. Também é vista como algo que agrada na pessoa resistente, otimista, simples, trabalhadora, corajosa e religiosa que é a do sertanejo.
Longe de ser uma comédia, como muitos filmes retratam os sertanejos, Cinema, Aspirina e Urubus enfoca as pessoas que vivem no semi-árido nordestino como verdadeiros heróis por conseguirem viver numa miséria quase absoluta sem nenhuma perspectiva de vida digna do ser humano. O filme que traz um autêntico alemão – Peter Ketnath - no papel principal com o nome de Johann que foge do seu país, Alemanha, para não matar Judeus como obriga a guerra posta por Alemanha, Itália e Japão os chamados países do eixo. Johann chega ao Brasil no seu caminhão baú chevrolet com um projetor de imagens que usará para fazer propaganda das milagrosas aspirinas ao povo dos sertões de Pernambuco e Paraíba. O longa metragem tem a direção do próprio produtor, Marcelo Gomes, que inspirado em seu avô que vendia pílulas de remédios deu razão para enredar seu filme. O road-movie, filme de estrada, mostra um cenário original com suas cores cinzentas e seu povo enrugado pelo maltrato do sol escaldante. Substituindo o dialogo dos personagens aparece a lente das câmaras e as músicas de época tocadas no radio do caminhão.
Na viagem pelo sertão Johann encontra um sertanejo por nome de Ranulpho que coloca para o recém conhecido colega o desejo de ter uma vida mais digna e menos sofrida e em busca disso segue com Johann após concordar de ajudá-lo na empreitada de vender aspirinas.
Em 22 de agosto de 1942 o Brasil junta aos países aliados e declara guerra aos nazistas. É a partir daí que Johann escuta pelo rádio de seu caminhão que não mais poderá comercializar suas aspirinas dentro do país Brasil. Ele fica entre duas alternativas, voltar para Alemanha e enfrentar a guerra sangrenta ou dar um jeitinho e ir para a guerra de exploração de mão de obra no ciclo da borracha na Amazônia.
O filme é recomendadíssimo aos educadores principalmente para trabalhar o contexto da segunda guerra mundial que envolve a Alemanha nazista, a Itália fascista e o Japão militarista, chamados países do eixo que declaram guerra ao mundo.
Gervásio Mendes Mozine
25/09/2009

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

GEACs -Pedagogia ao longo da história/Tensões na escola

UFBA/Irecê
Formação em serviço dos professores do município de Irecê
GEACs - Pedagogia ao longo da história/Tensões na escola
Tutores : Roseli Sá e Marcea Sales
Aluno cursista Gervásio Mendes Mozine

A escola que urge acontecer

É lamentável saber que ainda existe no meio escolar atual, resquícios do período medieval. Depois de tantas mudanças, de tantos auges de estudiosos, de tantas guerras e batalhas por melhores dias de vida das pessoas, ainda é preciso nomear um ou dois séculos e ascender ilustres nomes de estudiosos e assim deixar definitivamente para trás a antiguidade. Júlio Groppa Aquino ainda é otimista quando diz que: “Em pleno século XXI, fazemos uma escola com se ela fosse igual à de 1950, elitista e uniforme. E o que é pior: desejando que ela continuasse assim”
Combatamos então o passado. Que venha então algo que torne o ser vivente empolgado a buscar o novo, sem ser necessário o aluno, o mestre, o estudioso, estar repetindo o que lhe ensinaram; que venha algo que fortaleça o ser vivente a defender suas idéias construídas a partir de suas razões; que venha algo que desestabilize, mas não deixe enfraquecer o aprendiz; que venha um mestre, um professor, um sábio audacioso que não tenha a verdade absoluta; que venha uma escola de homens que não estabeleça limite de dias, horas e anos e encarcera o ser vivente aprendiz, pressionando professor a empurrar goela abaixo todo seu conhecimento que possui no exato determinado tempo, que outrora fora de outro e que outrora fora de outro... Que viera a.C talvez.
A minha, a sua a nossa escola precisa não somente ensinar o latim e tolices como dissera o filósofo Voltaire à educação dos Jesuítas e nem tampouco “nem um homem em 300 anos” como o historiador Michelet.
A minha, a sua a nossa escola precisa formar para viver melhor, para sentir prazer, para aprender prazerosamente, para ser solidário, respeitador, ser gente de prosperidade.
A minha, a sua a nossa escola precisa de um currículo que ofereça mudanças no caminhar, não um cilindro com duas aberturas, uma de inicio e outra de saída, nem muito menos um Ratio Studiorum que não permite sequer mudar a homília da aula, que não admite diferentes pessoas, diferentes espaços, diferentes formas de aprender, diferentes climas... um currículo que mesmo não permitindo “ensinar tudo a todos” Comênio, disponibilize tudo a todos.
Precisamos de uma escola viva como a de Paulo Freire, que é, “sobretudo gente” pois nada há nela a não ser gente, seja em pessoa, seja em escrita, seja em arte, seja em caricaturas...
Precisamos de uma escola que mostre a importância das letras, dos números, dos nomes; uma que tenhamos vários olhos para nos proporcionar erudição, para que tenhamos menos obediência, para que tenhamos orgulho do que somos e fazemos de bem, para abolirmos a ideia que o estado precisa de homens rudes porque existe para eles trabalho rude.
“Não queremos vários olhos para sermos vistos como monstros” (Cardeal Richelieu) e sim para enxergar distante, enxergar com a razão minha e do oponente.
Escola do “Não” só deixará de existir ao aparecer a escola do “Sim” e ao aparecer novas idéias contrárias às da antiguidade, medieval, renascentista, moderna, iluminista e ainda à contemporânea.
O momento urge de se acreditar que o passado é para reflexão em busca de melhoras, é preciso acreditar que Eu, homem do último período do século XXI, sou mais evoluído que os antepassados, que as políticas de hoje são bem diferentes das deles que eram para poucos.
Não posso mais fazer sobressair os Europeus como faz Ricardo Machado em “A vida e a Escola” fazendo questão de ser “Ocidental” suas heranças de escola. Não vejo o vivente racional como um ser em um passado distante, apesar de muitos mostrarem um espírito construtivo “antiquado”. Acredito nas idéias, nos problemas e nas soluções de hoje.
A escola do “Talvez” está presente somente nas idéias deles. Em uma dificuldade de aprendizagem fala se sempre “talvez aprenda com o método tal”, talvez aprenda com Vigotsky, com Perrenoud, com Piaget, com Paulo Freire e talvez com e talvez com ...
Talvez as buscas vivas de Emilia tornem vivas as esperanças de dias melhores, ela está viva e presente em nossos dias!
Talvez!

Gervásio M Mozine
Gasola
27/09/2009


REFERÊNCIAS:

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da educação. São Paulo: Moderna, 1989.

A VIDA E A ESCOLA: uma reflexão[1]Ricardo Machado; http://www.viegasdacosta
.hpg.ig.com.br/ricardovidaeescola.htm;

Escola é... Paulo Freire http://eejosejoaquim.blogspot.com/2009/06/escola-e-paulo-freire.html (Acesso em 07/08/2009)

Um bom gestor muda a escola José Manuel Moran ,Trecho do livro A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. São Paulo: Editora Papirus, 2007.

http://www.jvanguarda.com.br/2007/10/18/nenhuma-crianca-pode-ser-deixada-para-tras/ outubro/2007

A vida invade a escola Luciana Zenti [1] Nova Escola, 04/2001

E a Propósito, o Que é a Escola e Para Que Serve?Alberto Martins Teixeira
http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=938 (Acesso em 07/08/2009)

Mas o que é a escola Gabriel Perissé [1] A escola não está aí por acaso. Revista Profissão Mestre
http://e-educador.com/index.php/projetos-de-ensino-mainmenu-124/77-projetos-de-ensino/2841-escolas4 (Acesso em 07/08/2009)

sábado, 22 de agosto de 2009

testando o workspace

Se estiver interessado em compartilhar um documento é só usar o exprimento do WORKSPACE é próprio para trabalho em grupo, principalmente quando não é possível reunir o grupo para produzir ou mdificar algum texto ou outros.
Use o link para testar o compartilhamento

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Código Fonte o que é?

Olá,
Para quem tiver interesse em conhecer como é o Código Fonte clica com o botão esquerdo do mouse no "Gasola Play", abaixo dos arquivos, vai aparecer uma janela com o nome código fonte. você clica e se delicia com o tanto de códigos e mais códigos...
Gasola

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Reflexão - Levanta Alexandro!!!

QUANTIDADEEEEEEEE! MAISSSSSS! MAISSSSSS! E MAISSSSSSSS!!!!!...

Se o ser humano fosse sempre avaliado pela quantidade de trabalho realizado, os escravos seriam os de melhores notas e os mais reconhecidos pelo tanto que fizeram.
Não posso defender a ideia de uma sociedade me mensurar como se eu tivesse que levar chicotadas para mostrar o meu trabalho, pagar embaixadas ou de expor minha dentadura para saber se ainda sou apto a seguir o sistema hora falado, hora imposto por uma "legião de pessoas" que se acham mais poderosos e mais brilhosos que as estrelas".
"Vargas" brilhou porque sua luz iluminava uma era ditatorial onde todos tinham que seguir aquele caminho iluminado por ele ou então tinham seus olhos tapados. "Lula" reluz porque a luz está presente nos olhares das gentes que esbanjam democracia (poder que emana do povo) não poder que emana de um sistema bruto!
Quantidade hoje é o mesmo que excluir os menos endinheirados que ainda levam uma carta para ser entregue ao parente longe e esperando uma resposta Deus sabe quando, pois nem imagina em comprar um telefone, computador ou outros meios que favoreçam executar uma pilha de trabalhos e rodear o mundo em poucos minutos.
O que carrego no momento é o peso que posso carregar. Talvez venha adquirir mais um pouco de músculos para poder trafegar com um peso que não ultrapasse a tara, mas não quero a carga que suga o meu limite.
Eu, voce precisamos ser mensurados pelo que foi possível fazer. Ninguém pode condenar alguém pelo que não fez ou deixou de fazer. Pode!?
O meu colega Alexandro faz parte desse monte de palavras umas próximas das outras que tentam mostrar o peso que pesa a quantidade após uma conversa de desabafos de carga de trabalho.
Vamos rapaz! Venha carregar o peso que lhe é possível! se houver só quem coloque pedras em sua carga peça para levar em duas, três ou mais viagens! è melhor carregar do que ser carregado! Hehehehehhehe
Gervásio Mendes Mozine

Oficina de Imagem - Roteiro para Vídeo

Roteiro para o vídeo da oficina de imagem - Vida de um ex-combatente