terça-feira, 30 de junho de 2009

Relatório da Pesquisa de Campo SL

UFBA/FACED/PROJETO IRECÊ
PROFESSORA – BONILLA
CURSISTAS: GERVÁSIO, OSENITA E ALEXANDRO
ATIVIDADE SOFTWARE LIVRE
DESCRIÇÃO –– QUAIS ENTIDADES EM IRECÊ USAM SOFTWARE LIVRE

RELATÓRIO DA PESQUISA DE CAMPO

sábado, 6 de junho de 2009

Produção Livre - Cordel Banheiros da Ufba/Irecê

Curso de formação de professores em pedagogia UFBA/IRECÊ
Atividade - Produção Livre
Gênero - Cordel
Cursista - Gervásio Mendes Mozine

FRAGMENTO FUTURO DE UMA MEMÓRIA PRESENTE

Retrata uma situação de um banheiro
que fica no fundo do auditório
que só fica aberto quando estão limpando,
quando algum aluno precisa tem
que ir atrás da chave arriscando encontrar
muitas vezes não dá tempo e termina fazendo
as necessidades em outro local.
fica um banheiro prisioneiro seguido dos xixis!


Banheiros da UFBA/Irecê

Nada mais pode me intrigar
Do que ficar sem entender
Da sentença que está
Sendo cumprida por você

Privaram-te de receber
O líquido belo e precioso
Ele é tão fabuloso
Que te ajuda a viver

Em tua boca enorme
Era esguichado um bocado
E quem te oferecia
Ficava um tanto aliviado

A bexiga já quase sem força
Gotejava pingo a pingo
Enquanto o dono seu moço
Segurava-a pelo pescoço

Sentindo tanta emoção
Pela grande libertação
Daquele líquido fabuloso
Deixando-o menos furioso

Balançava uma,
Duas e até três
Tanta era a sensação
Que balançava mais uma vez

Depois era pegar com jeito
Guardá-la no lado direito
Com dois dedos subir o zíper
E ajeitá-la depois de feito

Olhando o amarelinho
Na boca daquele vaso
Parecia até remédio
Que lhe fora indicado

Agora puxando a cordinha
Para o alimento ser degustado
E na garganta estreita
Desça como quiabo

Parece até gargarejar
Quando o líquido a embalar
Vai descendo e dançando
Até ao seu destino chegar

Agora falo assim
Que graça tem um banheiro
Que não pode ficar com o cheiro
Que foi feito para si

Vive sempre perfumado
Desinfetante, não falta
Mas a sua serventia
Não tem acontecido na prática

O que foi feito para servir
Agora serve para deixar
Os cursistas da ufba
De bexiga a inchar

Quando de uma situação
Que não dá mais pra segurar
Corre em sua direção
E logo vem a decepção

Seguido de um palavrão
Devido a situação do recinto
Pois se encontra fechado
Não aliviando o que sinto

Ninguém sabe informar
Aonde a chave encontrar
E então o desespero
Começa a se formar

Vai logo pensando
Na água quentinha descendo
E entre as pernas escorrendo
O líquido amarelo efervescendo


Caso a chave não encontre
Para libertar o banheiro
E por uns instantes de ouro
Descarregar o besouro

Não libertando os prisioneiros
Não vai dar tempo esperar
E por isso é preciso
Numa parede encostar

Correndo para o oitao mais perto
Ficando mais do que ereto
Para a bexiga esvaziar
Então a alma aliviar

O movimento é ligeiro
Abaixa o zíper com força
Num movimento instatâneo
Agarra o corpo da moça

Colocando para jorrar
O dono vem sorrir
O fuuuuuuu! É imediato
Como o pulo do gato

Num mundo contemporâneo
Que alto fala a educação
Assim não pode mudar
O então hoje cidadão

Como pode um banheiro
Numa universidade de respeito
Viver assim trancafiado
Não podendo ser alimentado

Pode haver mobilização
para uma placa fazer
E uma homenagem descente
Ao banheiro acontecer

E possível até pensar
A qual placa deve ser
E não precisa reclamar
Que é só para esclarecer

Jaz aqui um banheiro
Parece um pouco desordeiro
Uma vez que ele vive
É só usar para o falecido levantar

Proibido usar
Não pode bom ficar
Porque nas vezes que usaram
Ele nunca veio a reclamar

Fica aqui a comoção
De um cursista em educação
Por não permitirem soltar
Quem preso não pode ficar


Um é minha bexiga
O outro é o banheiro
Impedidos de se encontrarem
Pois são dois os prisioneiros

Não quero exibição
Nem tão pouco televisão
Mas se preciso for
O doutor dará razão

Segue aqui um conselho
Não segure de jeito nenhum não
Por que o que poderá ganhar
É uma baita infecção

Não tenho medo da morte
Banda larga vem apontar
Gilberto Gil também fala
Da necessidade de descarregar

Trago aqui um moço bom
Para poder me referenciar
Ele diz em sua música
Da vontade de mijar

Deixou bem claro assim
Morrer ainda é aqui
Não tenho medo de ir
Mas sim depois sofrer

Olha aqui doutor
Um defunto a deitar
E o medo depois de morto
De não poder mijar

Por isso que nesse momento
Levanto do meu acento
Deixo de digitar
Para ir ao meu banheiro urinar


Gervásio Mendes Mozine
Maio de 2009

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Atividade Meio Ambiente

A atividade com Marcelo Faria foi uma essencial indagação para desmistificar a palavra conscientização que tanto se fala em desenvolver nos alunos e nas pessoas. Ela foi sugerida, ocultamente nos trabalhos, a ser substituída por provocação, o que de certa forma vem com coerência, pois a maioria da pessoas têm consciência que não podem desmatar nem também fazer uso da água e de outros bens da natureza de forma irracional, mas não são provocados a colocar em prática suas consciências de preservação do meio ambiente.
Gervásio Mozine
Veja o mapa conceitual do ambiente em Irecê

terça-feira, 21 de abril de 2009

Software Livre - Entrevista Ponto de Cultura

Atividade Software Livre
Entrevistado Ariston Eduão, coordenador do Ponto de Cultura
Cursistas Gervásio, Alexandro e Osenita
Afirma que conheceram o programa do software livre depois da chegada do programa de formação para professores do município através da Faculdade de educação da UFBA e passaram a utilizar com a finalidade primeira á formação dos docentes para o uso das TIC na educação. Um dos pré-requisitos para a vinda do projeto foi o uso e disseminaçãodo SL no projeto de formação
Tem várias vantagens, mas a que acha essencial é seu uso para a educação, onde dá a possibilidade de estudo e pesquisa da sua potencialidade desde um programador ao usuário finalAs distribuições mais utilizadas: Ubuntu, Debian, Slakware, Kurumin (Brasileiro), Gentoo, Fedora, Susy, Mandriva, e os programas são: Broffice, Openoffice (Editores de Texto), Cinelerra, Kino, Lives (Editores de Video), Gimp, inkscape (editores de imagens) e softwares das mais variadas formas.
A única Lei que existe no município de Irecê é a 15/2008 Lei complementar (Plano Diretor aprovado em 31 /12/2008) que delibera sobre a regulamentação da lei especifica a 2010.O ponto de Cultura tem varias ações para a disseminação e divulgação do SL na região, através de palestras cursos de informática em SL realização de eventos de expressão estadual a exemplo da I Semana de Software Livre de Irecê, dentre outras oficinas realizada ao longo da existência do ponto.
Acrescenta que algumas escolas do Município e os telecentros nos povoado de Itapicuru e Meia Hora. As Escolas: Zenália, Luiz Viana Filho, Escola de Itapicuru, Escola de Angical, colégio Odete, parte do laboratório de informatica da UNEB, a UFBA/Irecê, UAB, Colegio Estadual Luiz viana Filho usam o software livre
Diz ainda que Irecê dispõe de técnicos na área para atender aos que usam o swlcomo alguns Jovens que Passaram pelo ponto de cultura e a Orca Linux Consultoria e serviços em SL.
Ponto de Cultura Ciberparque Anísio Teixeira
Ariston Eduão

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Oficina de Imagem - aula inaugural


Meu primeiro trabalho usando um aplicativo do software livre - Gimp

segunda-feira, 6 de abril de 2009

SWL - Pesquisa de campo

Empresa Embasa
Entrevistado – Ribeiro - técnico em computação da empresa

Conheceu o programa do swl através de curso promovido pela empresa com bom material didático onde puderam aprender com segurança;

Passaram a utilizar o swl por se tratar de um sistema com código fonte aberto, ou seja, é um S O onde a empresa pode adequar o próprio sistema às necessidades da organização e com a finalidade principal de ser de graça;

Acha que as vantagens é que é de graça e que ao mesmo tempo está tentando derrubar o monopólio da Microsoft;
As desvantagens é que por enquanto nem todos os aplicativos desenvolvidos funcionam em software livre

Quanto às reações dos usuários inicialmente todos se chocam com a aparência e a maneira com que tem que se trabalhar no programa, pois para quem nunca viu um antes, tem que aprender praticamente tudo do zero. Acha que não demora muito e logo estão familiarizados com a nova interface do programa e até gostando mais que os outros com o qual estava habituado

Usa praticamente todos os programas que a empresa necessita, desde o editor de texto até ferramentas multimídia. São de graça e mais seguros contra vírus.

Não conhece necessariamente alguma lei que incentivou o uso do swl, mas apontou a prefeitura com o ponto de cultura na inclusão digital e o tabuleiro digital que usam somente o swl

Acha que usando o swl algumas ações de conscientização são desenvolvidas. Primeiro relata a facilidade que se tem para adquirir e aprender a utilizar a ferramenta e que não tem dúvidas que o swl vai dominar o mercado de programas, onde todos sairão beneficiados, pois não precisará gastar fortunas para adquirir bons softwares e também não ouviremos mais falar em software pirata e ter que correr o risco de ser preso por não poder pagar por licenças com preços absurdos.

Diz que a empresa ainda usa alguns com swp porque nem tudo se consegue rodar no swl.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

GELIT - OBRA 1808

UFBA – UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
G E L I T – GRUPO DE ESTUDOS LITERÁRIOS
ORIETADORA RÚBIA MARGARETE
CURSISTA GERVÁSIO MOZINE
CICLO UM ANO 2008

DEPOIMENTO DA LEITURA REALIZADA “1808”

Primeiro foi possível gostar de história a partir da obra lida, coisa que eu não tinha despertado interesse até então.
A proposta de leitura do livro por capítulo com discussão nos encontros despertou-me maior curiosidade com o que estava por vir nos capítulos seguintes. O material de suporte como, textos e mapas, reforçou o que compreendi durante a leitura.
A forma como foi conduzida a leitura do 1808 tornou o processo agradável e prazeroso, cada encontro era uma dinâmica diferente e por isso, foi possível não sentir-se cansado.
Em determinado momento ficava por conta do cursista para apresentar o que estudou, em outro momento ficava por conta da orientadora Margô, outro encontro respondíamos perguntas sobre o que lemos, em outro assistimos ao filme Carlota Joaquina, teve momento também para fazer relação dos textos lidos com a obra 1808 e por fim chegamos ao final com um almoço português com comidas típicas da época de D João VI.

Houve momento em que não compreendi determinado capítulo. Que relação tinha o tópico Senhora dos Mares com a fuga da família real para o Brasil? Isso me levou a ler o capítulo mais de uma vez até ter uma noção.
De todos os pontos do livro ainda fico a me perguntar por que o autor deixou para o final da obra uma expectativa quanto ao que diria o tema “O Segredo”. Poderia ser algum segredo de D João VI ou de Carlota Joaquina, só não esperava que fosse do camarada Marrocos. Mesmo assim o segredo não despertou minha curiosidade. Preciso ainda de uma discussão maior para ver se melhoro meu ponto de vista sobre Marrocos.

Como não estive em sala de aula, não levei o conteúdo do livro diretamente para os alunos, mas pude fazer alguns comentários nos momentos de planejamento com os professores do 5° ano do ensino fundamental I e com a coordenadora, em um momento de discussão quando provoquei para saber como é construído o saber dos professores em relação à família real. Foi realmente a vinda, como retrata a maioria dos livros didáticos, ou a fuga da família real para o Brasil, como aborda o autor do livro 1808? De acordo com as opiniões dos colegas proporcionarei, se ainda tiver na gestão da escola, em um dos encontros pedagógicos, um estudo com enfoque especial no motivo do porque da saída da família real de Portugal. Assim apresentarei a relação de Laurentino Gomes com o tema, na intenção que outros professores sejam propagadores da idéia para levar a verdadeira história a nossos alunos.

O primeiro capítulo “A Fuga” foi pra mim, a mola para que eu interessasse pelos demais, portanto foi o que mais me chamou a atenção pelas informações e os critérios com que D João foi submetido a sair de Portugal.

Fizemos um bate papo para tentar levar a todos os presentes no seminário final do ciclo um, um pouco da história que retrata o livro. Confesso que fiquei mais preocupado em como fazer para que as pessoas entendessem 1808 do que com o meu desempenho enquanto ator, naquele momento. Queria passar informações que achei muito interessante e fundamental para a compreensão da Fuga de D João. Quase que sair do programado, mas consegui controlar as emoções. Gostei da minha participação principalmente pela vontade que estava de socializar o que aprendi com a obra.